Thursday, June 10, 2010

Agora já é tarde

Fui ver a exposição do Henri Cartier-Bresson no MoMA e saí de lá cheio de inveja: quem me dera ter sido fotógrafo e viajar pelo mundo inteiro à procura do «momento decisivo».

Tuesday, May 25, 2010

35

Cheguei aos 35, mas não me sinto com essa idade. Na verdade, sinto-me com a mesma idade há mais de uma década. E não é porque pense que possuo ainda a jovialidade de quem tem 23 ou 24 anos. É capaz até de ser pela razão inversa: dá-me a impressão que não vivi o suficiente para poder ter 35.

Thursday, April 15, 2010

Fotos de Los Cabos

Já foi há tanto tempo que já nem sequer me lembro bem da viagem ao México que fizemos em Fevereiro, mas cá estão finalmente algumas fotos das mini-férias em Los Cabos. É só clicar na imagem:



Friday, March 26, 2010

A minha bomba nova

Já está! Comprei um Mazda RX8. Quem me conhece, sabe que eu não sou maluco por carros, mas, quando aparece a oportunidade certa, seria estúpido comprar um carrito qualquer quando, praticamente pelo mesmo preço, se pode ficar com uma coisa muito mais divertida. Foi o que aconteceu desta vez e sinto-me lindamente no meu carro novo!!!








P.S.: só espero que o FBI não venha atrás de mim por eu ter escrito um post que contém a frase «bomba» no título

Sunday, March 21, 2010

Decisão

Nenhum dos apartamentos que vimos acabou por nos convencer completamente. Decidimos renovar o contrato de arrendamento e voltar a procurar para o ano. Agora que a decisão sobre a casa está tomada, chega a hora de começarmos a procurar um carro novo.

Monday, March 15, 2010

O dilema vezes dois

Hoje vimos mais um apartamento que nos deixou ainda mais indecisos. É apenas um T1, mas, em contrapartida, tem uma varanda com uma vista inacreditável para Manhattan e suficiente grande para pôr uma mesa. É num 10º andar num prédio com elevador, mas um pouco mais desviado do metro (talvez uns 10 minutos de distância). Grande ponto a favor: o apartamento tem máquina de lavar e secar roupa e, por isso, não ia ser preciso ir à laundromat! Grande ponto contra: a renda é 1550 dólares por mês, 300 dólares mais do que o que pagamos actualmente.

Não sei, não sei...

Wednesday, March 10, 2010

O dilema, o dilema...

Encontrámos um apartamento maior, com espaço para um escritório, relativamente bem localizado (sem bem que este em que estamos leva uma ligeiríssima vantagem nesse aspecto), num terceiro andar sem elevador (este é um segundo), e de que ambos gostamos. O problema é que a renda é 1500 dólares por mês, mais 250 dólares do que pagamos agora. Será que vale a pena? Ou será melhor esperar até termos possibilidade de arrendar algo ainda melhor? E comprar? Um apartamento decente aqui nas redondezas não custa menos do que 400 mil dólares, mas... será mais inteligente poupar com esse objectivo? O dilema, a indecisão, a pressão de termos de decidir até ao final do mês se ficamos aqui ou se nos mudamos...

Friday, February 26, 2010

Acho que devia ser professor

Hoje acordei com a Jennifer aos pulos de contente no quarto às seis da manhã: foi declarado mais um Snow Day.

Tuesday, February 23, 2010

Jen and Nuno de novo in New York

De volta e com bronze: objectivo principal atingido. Foram seis dias de dolce far niente, o que sabe sempre bem, mas comprovei o que já suspeitava: resorts com tudo incluído não são para mim. É evidente que é agradável ir ao bar e pedir uma bebida qualquer sem sequer ter um cêntimo no bolso, como se eu fosse um rei e aquelas bebidas fossem todas minhas, mas grande parte das razões porque gosto de viajar perde-se em férias deste género. Dá mais trabalho, é certo, mas gosto de ir a vários bares à procura da melhor Margarita, dá-me prazer descobrir quem faz o melhor guacamole ou quem vende as Coronas mais geladas, prefiro experimentar vários restaurantes, mesmo que alguns deles se venham a revelar decepcionantes. Num all inclusive fico com a sensação de que fui e vim e não conheço verdadeiramente onde estive. Se não fosse pelos sombreros espalhados pelo hotel, tanto podia ser no México como na República Dominicana ou noutro sítio qualquer.

É claro que não estivemos sempre fechados no hotel. Contudo, em zonas de resorts como Los Cabos, é impossível dar um passo sem ter alguém à perna a tentar vender-nos qualquer coisa, seja um timeshare (até no supermercado fui abordado por gajos desses), uma peça inútil de artesanato local ou uma excursão a um sítio qualquer. Por isso, o meu dia preferido destas férias foi quando saímos bem cedo do resort e fomos explorar praias em zonas mais remotas, onde ninguém nos tentou vender nada.

De qualquer forma, a semana de férias foi milhentas vezes melhor do que ficar no frio de NY. A nossa praia era bestial e não tivemos problema nenhum a registar com o hotel. É claro que, fora isso, estive um ou dois dias algo desanrajado dos intestinos mas, quer dizer, uma viagem ao México sem diarreia, não é viagem ao México não é nada.

Deu para carregar baterias e bem preciso delas carregadas porque os próximos tempos não se afiguram nada fáceis: para além de estar numa fase bastante movimentada em termos de trabalho, tenho de procurar um carro novo e, muito possivelmente, vou mudar de casa.

Fotos em breve, quando tiver tempo de as organizar.

Thursday, February 18, 2010

Jen and Nuno in Mexico

Nao me posso alongar muito porque so ha dois computadores no hotel com internet e estao nao sei quantas pessoas atras de mim para os usar, mas tambem nao tenho muito a dizer: apenas queria referir que agora vou ali buscar mais uma Pina Colada.

Wednesday, February 10, 2010

Dia de Neve

Literalmente. Hoje foi declarado Snow Day, o que significa que, em antecipação a um nevão, não houve escola e muitos dos serviços municipais não abriram ao público. De facto, nevou bastante o dia inteiro mas, olhando lá para fora, a Jennifer diz-me que isto nem por sombras seria um Snow Day na Pensilvânia. Mesmo assim, ela ainda tinha esperanças de ter mais um dia de folga. Está com azar, contudo: o mayor da cidade já veio dizer que as escolas vão abrir amanhã.

Tuesday, February 2, 2010

Faltam duas semanas

As semanas que antecedem um período de férias são, para mim e, suponho eu, para todas as pessoas que trabalham por contra própria ou que têm uma empresa, semanas de trabalho a dobrar. Estas não têm sido excepção, tanto mais que, para além daquilo que temos mesmo para fazer, eu, o Dionísio e o Bruno decidimos apostar com força num novo projecto que pode ou não arrancar, mas no qual depositamos grande esperança e toda a energia que nos resta. Para além disso, parece que estou a ganhar a confiança dos donos da empresa onde estou a estagiar e, neste momento, ando a trabalhar com eles no desenvolvimento de uma longa-metragem e num documentário sobre o sistema prisional do Gana. Tudo isto é bastante aliciante, mas não me tem deixado tempo para muito mais. Eu não me queixo, é claro. Prefiro mil vezes passar dias inteiros a trabalhar em algo que prevejo me possa levar a um nível mais elevado de realização pessoal, do que ter a tarde livre depois de despachar numa manhã mais um trabalhinho daqueles que não me vão levar a lado nenhum.

Friday, January 15, 2010

Los Cabos

Depois de muita consideração, contas e buscas na internet, decidimos passar a nossas mini-férias de Fevereiro em Los Cabos, México. Já estivemos no México, é verdade, mas, desta feita, vamos para a costa do Pacífico, e isso deve ser suficiente para vermos e experimentarmos algo de novo e diferente.

Novo e diferente será também o facto de ficarmos num hotel em regime de tudo incluído. Eu já aqui disse uma vez, e mantenho, que não sou especial adepto deste tipo de viagem, mas, neste caso, por razões que têm a ver única e simplesmente com o orçamento que tínhamos disponível para estas férias, foi a escolha possível. A nossa vontade inicial era ir aos Barbados, mas só as viagens e a estadia num hotel minimamente decente ficavam em quase 3000 dólares o que, juntando o preço das refeições e tudo mais, elevaria o custa da viagem muito para além do que temos para gastar. Esta opção de irmos ao México em regime de tudo incluído fica muitíssimo mais em conta (em metade, praticamente) e, quer dizer, quando a opção é não ir a lado nenhum, acho que não há muito que pensar.

Sendo assim, de 15 a 21 de Fevereiro, poder-me-ão encontrar aqui:

Tuesday, January 12, 2010

Fire!!!

Ontem, estava eu muito sossegado no meu quarto, deitado na cama a ver um filme no computador, quando, aos poucos, me começou a chegar às narinas um cheiro a queimado. O meu olfacto não é particularmente apurado, admito (nenhum dos meus sentidos o é, de resto), e, talvez por isso, tenha levado algum tempo a registar o que se estava a passar. Primeiro, julguei que fosse alguma vela que se tivesse apagado. Depois, pensei que o cheiro viesse dos vendedores de kebabs e gyros que grelham carne durante toda a noite no canto da minha rua. A certa altura, cheguei ainda e entreter a ideia de que a minha casa estava a arder, hipótese que depressa abandonei porque o detector de incêndios deste apartamento é tão sensível que não há dia em que ligue o forno e aquela bodega não comece a apitar. Como ele estava calado, não podia ser cá dentro. Tinha de ser lá fora. Olhando pela janela, reparei então nalgumas faúlhas que escoaçavam na noite escura e lá tive de me levantar para ver qual era a sua origem, não fosse o prédio ao lado estar em chamas e eu ter de fugir para longe. Mas não era bem isso. O que se estava a passar é que, mesmo debaixo da minha janela, alguém tinha posto uma árvore de Natal a arder e, agora, as labaredas já consumiam um monte de sacos do lixo que se encontravam no passeio à espera de serem recolhidos. Porque não sou dado a hipérboloes, não vou dizer que era um incêndio de grandes proporções, mas é justo que fique dito que se tratava de uma combustão bastante considerável e, acima de tudo, com um potencial catastrófico assinalável, bastando, para isso, que o tanque de gasolina do carro estacionado a escassos centímetros de distância das chamas decidisse explodir. Felizmente, ainda estava a Jennifer a ligar para o 911, que é o 115 dos americanos, quando chegaram os bombeiros e resolveram a questão em cinco minutos.

Saturday, January 9, 2010

Ano novo, computador como novo

Para entrar em 2010 com um aumento de produtividade, decidi fazer um upgrade na RAM do meu computador. Tinha apenas 1 Gb, o que é manifestamente pouco para trabalhar no Photoshop, Final Cut e, acima de tudo, no After Effects. Agora, com 4 Gb, é como se tivesse um computador novo.

Tuesday, December 29, 2009

De volta a NY

Está tanto frio que hoje saí de casa e deixei de sentir a cara.

Sunday, December 13, 2009

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Vou estar nos Açores de 18 a 27 de Dezembro.

Tuesday, November 24, 2009

Aceitam-se apostas II

E a resposta certa era, pasmem-se, 513 dólares e 58 cêntimos. Eu estava a apontar para qualquer coisa a rondar os 200, mas o meu palpite foi mais do que duplicado pela realidade. Para isso, muito contribuíu o facto da maioria das moedas (1635, para ser mais concreto) serem de 25 cêntimos. Foi uma surpresa agradável, sem dúvida, e uma boa quantia para juntar ao nosso fundo de férias. Tenho de começar a ver o que se compra com 513,58 dólares nos Barbados.

P.S.: triste, agora, é olhar para o garrafão vazio e saber que tenho de esperar mais dois anos e meio para o ver cheio outra vez

Saturday, November 21, 2009

Aceitam-se apostas

Durante dois anos e meio, eu e a Jennifer colocámos neste garrafão todo o troco em moedas que fomos recebendo:

Agora, o garrafão está finalmente cheio e chegou a hora de ir trocar isto por notas. Quanto é que acham que aqui está? Não se esqueçam de que, como eu já disse num post anterior, as moedas nos Estados Unidos são todas de valor inferior a um dólar. Neste garrafão estão, pois, moedas de 1, 5, 10 e 25 cêntimos. Aceito apostas!

Sunday, November 15, 2009

Gula

Ontem fomos ao Harlem jantar ao Dinosaur Bar-B-Que, uma das instituições culinárias da cidade no que diz respeito a churrasco. Pedimos uma entrada de asas de galinha, seguida de um Big Ass Pork Plate para a Jennifer e uma Tres Hombre Sampler para mim, um combinado de entrecosto de porco, pulled pork e Texas beef brisket, acompanhado de coleslaw e mac-n-cheese. Apesar de termos esperado uma hora e meia por uma mesa, valeu bem a pena: foi comer até não poder mais (e ainda trouxemos comida para casa).