Friday, July 31, 2009

Na Costa Rica (NOTA: post sem acentos nem cedilhas)

Estamos em La Fortuna, na base do vulcao Arenal. A cidade em si nao tem nada de especial, mas a vista do quarto do meu hotel e mais ou menos esta:
Fenomenal! Hoje vamos a estas termas:
Duplamente fenomenal!

Tuesday, July 28, 2009

Costa Rica

Nas próximas duas semanas vou andar por aqui:
Mais concretamente pelo Vulcão Arenal, pela Reserva Biológica de Monteverde, por Montezuma e por Manuel António. Se tiver acesso à net, conto ir dizendo como estão as correr as coisas; caso contrário, até daqui a 15 dias!

Sunday, July 26, 2009

«Nobody Tips Writers» - o filme

Finalmente coloquei online o filme que fiz no meu curso de cinema. É uma curta não-síncrona (o que significa que todo o som foi gravado à parte e inserido em pós-produção), filmada em película de 16 mm com uma câmara destas:

Eu sei que isto parece uma relíquia, mas a verdade é que esta câmara é bastante utilizada em cursos introdutórios de cinema porque, como funciona de modo completamente manual, obriga a perceber o que se está a fazer porque, caso contrário, o resultado são imagens inutilizáveis.

Em relação ao filme propriamente dito, trata-se, acima de tudo, de um exercício de pós-produção. Percebi cedo no curso que, dado o material que foi posto ao nosso dispôr, não ia ter possibilidade de fazer uma coisa muito elaborada em termos de filmagens e, por isso, decidi simplificar essa parte do processo, criando uma história que me permitisse apostar noutras componentes, nomeadamente na edição. A maioria dos meus colegas não teve isso em consideração e quis fazer coisas demasiado ambiciosas, sendo que, com uma ou duas excepções, acabaram por apresentar peças sem sentido absolutamente nenhum.

Seja como for, o meu professor ficou bastante impressionado com o que eu fiz e perguntou-me até se podia mostrar o meu filme às próximas turmas como exemplo do que é possível criar dentro das limitações do curso, o que significa que não deve ser fácil fazer muito melhor naquelas circunstâncias.

Uma última nota: quero aqui deixar um agradecimento sentido à Jennifer que forneceu as mãos e a voz que vão e ouvir no filme e que, com muita paciência, aceitou ser a actriz principal (e única) deste projecto.

E agora, sem mais demoras, cá está o filme:

Nobody Tips Writers from Nuno Vieira Faustino on Vimeo.

Monday, July 20, 2009

Pimenta na Língua

Tenho-me esquecido de dizer que eu, o Bruno e o Dionísio temos um novo momento no programa da TV2 «5 Para a Meia Noite». Acedemos ao convite que o Luís Filipe Borges nos endereçou e, portanto, todas as sextas-feiras, lá estamos nós com uma pequena peça, desta feita sob o nome «Pimenta na Língua». A ver na TV2 ou no site do programa.

Tuesday, July 14, 2009

De volta a NY

O que posso dizer sobre estes dias na Carolina do Norte é que curti muito mais do que estava à espera. Férias em família não são o meu forte e, por isso, estava a contar com seis dias difíceis, ainda mais quando descobri que, para além dos pais e dos irmãos da Jennifer, iam estar na mesma casa uma data de tias, primos, amigos e mais não sei quem. Contudo, e com a ajuda de uma potente auto-consciencialização prévia e, claro, à custa de um suave estado de embriaguez que tentei manter durante todo o tempo que lá estive, a coisa correu muito bem.

Saturday, July 4, 2009

Nova Iorque - Carolina do Norte

Estou de viagem:


Nesta escala até parece perto, mas são mais de 10 horas de carro.

Thursday, July 2, 2009

Saturday, June 27, 2009

Dia de praia (com emoções inesperadas)

Hoje fomos à praia pela primeira em NY. Depois de uma pesquisa na net em que descobri, para grande espanto meu, que é preciso pagar para ter acesso à maioria das praias aqui à volta (nalguns casos 10 dólares por pessoa só para entrar, mais outros 10 ou 20 para estacionamento!), encontrei uma praia de acesso livre na qual apenas é preciso pagar 8 dólares para parar o carro (o que, na verdade, até é barato). Essa praia, a Jones Beach, fica em Long Island, a cerca de uma hora e um quarto da minha casa. Para que tenham uma referência do que estou a falar, aqui fica uma pequena orientação geográfica:

LEGENDA: O ponto A é a minha casa. Manhattan é aquela pequena península estreita à esquerda, entre as duas margens do rio. Para a direita, é Long Island. O ponto B representa a praia onde fomos e, já agora, continuando sempre para a direita, até à ponta Este de Long Island, chega-se aos famosos Hamptons, o local onde as famílias ricas de Manhattan têm as suas casas de férias.

Eu não sabia bem o que esperar, mas, mesmo assim, fosse o que fosse que eu não estava à espera, fiquei agradavelmente surpreendido. A praia é enorme, limpa, bonita, de fácil de acesso e não estava a abarrotar de gente. Olhando à volta, por momentos até me foi difícil acreditar que estava tão perto de Nova Iorque.

O sol brilhava com suficiente vigor e uma brisa ligeira mantia a temperatura a níveis aprazíveis. Estava, pois, a ser uma tarde bem passada. Até que, não muito longe no horizonte, comecei a ver umas nuvens carregadas. Depois, em menos de nada, um relâmpago. E outro. E outro.

Foi um espectáculo impressionante. Relâmpagos a rasgar o céu com uma nitidez como acho que nunca tinha visto. Os nadadores salvadores apressaram-se logo a tirar toda a gente da água e começaram o percorrer o areal montados em 4x4, quais Mitch Buchannons numa versão nova-iorquina do Baywatch, anunciando por megafone que a praia ia fechar e que toda tinha de ir para casa. A mim, pareceu-me um bocado de exagero, mas não ia discutir. Ninguém discute com o Mitch Buchannon.

Contudo, antes de agarrar nas minhas coisinhas para me ir embora, ainda tive tempo de sacar uma chapa (não se vê os relâmpagos, é óbvio, porque, para isso, era preciso uma sorte dos diabos ou então ter um tripé e filtros para fazer uma exposição longa, mas, mesmo sem relâmpagos, acho que dá para ter uma ideia do que aconteceu):

Tuesday, June 23, 2009

Mestre Jennifer

A Jennifer completou a pós-graduação e, para mim, estes dois anos em que assisti de perto ao quanto ela se esforçou para cumprir o currículo do mestrado e passar em todos os exames de que necessitava para obter a licença de professora certificada, ao mesmo tempo que punha 120% da sua energia, criatividade e motivação ao serviço dos seus alunos, foram uma lição de dedicação e capacidade de trabalho que me forçou a diminuir os níveis da minha própria inércia.

Tuesday, June 9, 2009

Para não dizerem que não gosto do meu país

Coisas como esta fazem-me ter saudades de Portugal.

Tuesday, June 2, 2009

Excelente maneira de desperdiçar uma tarde de domingo

Domingo passado, e na continuação no post anterior, fui tirar o tal curso de condução defensiva. Tal como suspeitava, foram das cinco horas mais aborrecidas da minha vida. O que aprendi? Nada que já não soubesse. Que o cinto de segurança salva vidas? Grande novidade... Que não se deve beber e conduzir? Jura... Que se deve conduzir mais devagar quando está mau tempo? Não me digas... Foi tudo à volta de cenas deste género. Assuntos importantes, sem dúvida, mas quem pensava conduzir com os copos vai continuar a fazê-lo. Não é por ver uns vídeos produzidos nos anos 80 e ouvir um instructor que fala de modo extremamente mecânico porque dà o mesmo curso todos os dias há não sei quantos anos que vai mudar de opinião.

Thursday, May 28, 2009

A minha driver license

Passei no código. Eu, por mim, tinha feito o exame de condução logo de seguida para despachar, mas não pode ser. Antes disso, tenho de tirar uma seca de um curso de cinco horas sobre condução defensiva. Eu estava para lhes dizer que não era preciso porque já capotei um carro por uma ribanceira abaixo e isso ensinou-me a ter cuidado, mas achei melhor não. Achei melhor começar aqui com uma folha de acidentes limpa.

Wednesday, May 27, 2009

Update médico

Depois de algumas sessões de fisioterapia, ontem corri uma milha e o joelho não me doeu. Isto afinal está a ir ao lugar, parece-me.

Saturday, May 23, 2009

Como é que é possível não gostar da NBA?

Segundo jogo dos playoffs da meia final da NBA. Orlando Magic contra Cleveland Cavaliers. Os Cavaliers estiveram à frente o jogo todo, mas, depois de uma recuperação extraordinária, os Magic conseguem empatar com apenas treze segundos para jogar. Se conseguirem manter a posse da bola e fazer um cesto a dois ou três segundos do fim, é quase garantido que ganham o jogo. Hedo Turkoglu, um dos jogadores do Magic, recebe a bola, olha para o relógio e espera, espera, espera... A dois segundos do fim, avança e marca um cesto incrível. É a festa do lado dos Magic. Estão a ganhar por dois pontos de diferença e falta um segundo para acabar o jogo. É impossível os Cavaliers virarem o resultado. O problema é que se esqueceram que, do outro lado, estava LeBron James, o melhor jogador de basquetebol da actualidade e aquele que muitos dizem que pode vir a ser melhor que o Michael Jordan. E o que é ele faz com apenas um segundo para jogar? Faz isto:



É este tipo de coisas que faz a diferença entre os bons e os fora de série.

Friday, May 22, 2009

A verdade é que soube bem

Pela primeira vez desde que cá estou, encontrei um produto português no supermercado. Foi isto:
É claro que comprei, mas tive pena de não terem de ananás. Não há nada melhor do que Sumol de Ananás.

Sunday, May 10, 2009

Finalmente, as fotos

Para contrapor um pouco às notícias sobre doenças e tráfico de droga que de lá têm chegado nos últimos tempos, aqui estão finalmente algumas fotos dos estupendos dias de férias que passei no México.

Isto foi nas ruínas de Tulum:
Isto é uma pequena praia algures:
Isto são outras ruínas, as de Coba:
Mais tarde nesse dia subi isto:
Quando cheguei lá cima, lembrei-me que tenho vertigens, mas ainda consegui tirar uma foto:
Isto foi na praia em Playa del Carmen, já ao final da tarde:
Estava na hora da cerveja e, portanto, isto sou à procura da carteira:
Isto é a Jennifer à espera que eu traga cerveja:
Isto somos nós na praia, provavelmente a dizer "Isto é que é vida":
O nosso ritual de fim de tarde no terraço do hotel:
Mas não passámos o tempo todo a beber cerveja; também bebemos margueritas:

Sunday, May 3, 2009

Por enquanto, não me vão ver com máscaras no metro

Apesar da avalanche de notícias que nos fazem acreditar que a humanidade vai ser dizimada numa ou duas semanas pelo H1N1, a verdade é que o último relatório da Organização Mundial de Saúde indica que o total de mortes confirmadas atribuíveis a este vírus em todo o mundo é de 19. Nos Estados Unidos, apenas se registou um caso fatal. Por outro lado, as estatísticas mostram que todos os anos morrem aqui 35.000 pessoas de gripe normal, o que dá 100 pessoas por dia. Quer dizer, enquanto está tudo em pânico com esta gripe suína, estão a morrer 100 pessoas todos os dias de gripe normal, e eu não vejo ninguém a fechar-se em casa a sete chaves e a usar máscaras na rua por causa disso.

É claro que, como isto é um vírus novo, é importante que a sua propagação seja acompanhada porque ainda não se sabe bem do que ele é capaz, mas dá-me a impressão de que este pânico generalizado é mais alimentado pela comunicação social do que justificado. Pode ser que esteja enganado e que apanhe gripe suína amanhã só para não andar para aqui a dizer bacoradas, mas, por enquanto, tenho mais medo que me caia um ar condicionado na cabeça do que ser infectado pelo vírus.

Wednesday, April 29, 2009

Se dói, é porque há um problema

E pronto: pelos vistos, os meus dias de corrida acabaram. O meu joelho já me andava a doer há meses, mas, estúpido como sou, em vez de parar por uns tempos, decidi forçar ainda mais e começar a correr 10 km de cada vez. Nas últimas semanas, contudo, a dor estava a durar mais dias a passar e mal conseguia descer escadas. Hoje, finalmente, fui ao médico. Diagnóstico: provável micro-ruptura do menisco. Vou ver um especialista para confirmar, mas correr, para já, esquece.

Por outro lado, a minha tensão arterial está, e passo a citar, «perfeita».

Sunday, April 26, 2009

Melhor sequência de imagens sobre Nova Iorque

Ao vasculhar a página do Alexandre no Vimeo (página essa que, caso ainda não tenham tido oportunidade de visitar, podem fazê-lo agora mesmo clicando aqui) reparei que um dos vídeos que ele tem nos favoritos é uma das mais extraordinárias sequências de imagens sobre Nova Iorque que eu alguma vi. Para além do vídeo ser fabuloso, a música que o acompanha é uma das minhas favoritas de todos os tempos: «Numb», do U2. Ponham os olhos nisto, por favor (e não se deixem impressionar pelo thumbnail porque não tem nada a ver com o resto do vídeo).


New York 2008 from Vicente Sahuc on Vimeo.

Thursday, April 16, 2009

Em repeat no iPod

«Zero» dos Yeah Yeah Yeahs: do outro mundo.