Thursday, May 28, 2009

A minha driver license

Passei no código. Eu, por mim, tinha feito o exame de condução logo de seguida para despachar, mas não pode ser. Antes disso, tenho de tirar uma seca de um curso de cinco horas sobre condução defensiva. Eu estava para lhes dizer que não era preciso porque já capotei um carro por uma ribanceira abaixo e isso ensinou-me a ter cuidado, mas achei melhor não. Achei melhor começar aqui com uma folha de acidentes limpa.

Wednesday, May 27, 2009

Update médico

Depois de algumas sessões de fisioterapia, ontem corri uma milha e o joelho não me doeu. Isto afinal está a ir ao lugar, parece-me.

Saturday, May 23, 2009

Como é que é possível não gostar da NBA?

Segundo jogo dos playoffs da meia final da NBA. Orlando Magic contra Cleveland Cavaliers. Os Cavaliers estiveram à frente o jogo todo, mas, depois de uma recuperação extraordinária, os Magic conseguem empatar com apenas treze segundos para jogar. Se conseguirem manter a posse da bola e fazer um cesto a dois ou três segundos do fim, é quase garantido que ganham o jogo. Hedo Turkoglu, um dos jogadores do Magic, recebe a bola, olha para o relógio e espera, espera, espera... A dois segundos do fim, avança e marca um cesto incrível. É a festa do lado dos Magic. Estão a ganhar por dois pontos de diferença e falta um segundo para acabar o jogo. É impossível os Cavaliers virarem o resultado. O problema é que se esqueceram que, do outro lado, estava LeBron James, o melhor jogador de basquetebol da actualidade e aquele que muitos dizem que pode vir a ser melhor que o Michael Jordan. E o que é ele faz com apenas um segundo para jogar? Faz isto:



É este tipo de coisas que faz a diferença entre os bons e os fora de série.

Friday, May 22, 2009

A verdade é que soube bem

Pela primeira vez desde que cá estou, encontrei um produto português no supermercado. Foi isto:
É claro que comprei, mas tive pena de não terem de ananás. Não há nada melhor do que Sumol de Ananás.

Sunday, May 10, 2009

Finalmente, as fotos

Para contrapor um pouco às notícias sobre doenças e tráfico de droga que de lá têm chegado nos últimos tempos, aqui estão finalmente algumas fotos dos estupendos dias de férias que passei no México.

Isto foi nas ruínas de Tulum:
Isto é uma pequena praia algures:
Isto são outras ruínas, as de Coba:
Mais tarde nesse dia subi isto:
Quando cheguei lá cima, lembrei-me que tenho vertigens, mas ainda consegui tirar uma foto:
Isto foi na praia em Playa del Carmen, já ao final da tarde:
Estava na hora da cerveja e, portanto, isto sou à procura da carteira:
Isto é a Jennifer à espera que eu traga cerveja:
Isto somos nós na praia, provavelmente a dizer "Isto é que é vida":
O nosso ritual de fim de tarde no terraço do hotel:
Mas não passámos o tempo todo a beber cerveja; também bebemos margueritas:

Sunday, May 3, 2009

Por enquanto, não me vão ver com máscaras no metro

Apesar da avalanche de notícias que nos fazem acreditar que a humanidade vai ser dizimada numa ou duas semanas pelo H1N1, a verdade é que o último relatório da Organização Mundial de Saúde indica que o total de mortes confirmadas atribuíveis a este vírus em todo o mundo é de 19. Nos Estados Unidos, apenas se registou um caso fatal. Por outro lado, as estatísticas mostram que todos os anos morrem aqui 35.000 pessoas de gripe normal, o que dá 100 pessoas por dia. Quer dizer, enquanto está tudo em pânico com esta gripe suína, estão a morrer 100 pessoas todos os dias de gripe normal, e eu não vejo ninguém a fechar-se em casa a sete chaves e a usar máscaras na rua por causa disso.

É claro que, como isto é um vírus novo, é importante que a sua propagação seja acompanhada porque ainda não se sabe bem do que ele é capaz, mas dá-me a impressão de que este pânico generalizado é mais alimentado pela comunicação social do que justificado. Pode ser que esteja enganado e que apanhe gripe suína amanhã só para não andar para aqui a dizer bacoradas, mas, por enquanto, tenho mais medo que me caia um ar condicionado na cabeça do que ser infectado pelo vírus.

Wednesday, April 29, 2009

Se dói, é porque há um problema

E pronto: pelos vistos, os meus dias de corrida acabaram. O meu joelho já me andava a doer há meses, mas, estúpido como sou, em vez de parar por uns tempos, decidi forçar ainda mais e começar a correr 10 km de cada vez. Nas últimas semanas, contudo, a dor estava a durar mais dias a passar e mal conseguia descer escadas. Hoje, finalmente, fui ao médico. Diagnóstico: provável micro-ruptura do menisco. Vou ver um especialista para confirmar, mas correr, para já, esquece.

Por outro lado, a minha tensão arterial está, e passo a citar, «perfeita».

Sunday, April 26, 2009

Melhor sequência de imagens sobre Nova Iorque

Ao vasculhar a página do Alexandre no Vimeo (página essa que, caso ainda não tenham tido oportunidade de visitar, podem fazê-lo agora mesmo clicando aqui) reparei que um dos vídeos que ele tem nos favoritos é uma das mais extraordinárias sequências de imagens sobre Nova Iorque que eu alguma vi. Para além do vídeo ser fabuloso, a música que o acompanha é uma das minhas favoritas de todos os tempos: «Numb», do U2. Ponham os olhos nisto, por favor (e não se deixem impressionar pelo thumbnail porque não tem nada a ver com o resto do vídeo).


New York 2008 from Vicente Sahuc on Vimeo.

Thursday, April 16, 2009

Em repeat no iPod

«Zero» dos Yeah Yeah Yeahs: do outro mundo.

Tuesday, April 14, 2009

Boas e más notícias para a minha saúde

As boas é que deixei de ser viciado em Coca-Cola. As más é que agora sou viciado nisto:


Sunday, April 12, 2009

Sonhem enquanto podem, porque quando estiverem a virar hambúrgueres num McDonald's vai ser mais complicado

Hoje fui ajudar uma colega minha de curso nas filmagens dela. O meu filme vai ser uma coisa muito simples, mais experimentalista, mas ela quis fazer uma grande produção com actores e tudo. De toda a gente que lá estava, eu era o mais velho para aí com uns dez anos de diferença. Aquilo andava tudo à volta dos vinte e poucos e isso, por acaso, é algo que me tem acontecido bastante nos últimos tempos porque o resto do pessoal da minha turma também é muito mais novo do que eu. Não é coisa que me chateie muito. Aliás, não me chateia nada. É até refrescante estar rodeado por gente que ainda sonha em ser o novo Spielberg ou que acha que o seu filme vai ser seleccionado para o próximo Festival de Cannes. Refrescante, sim, mas quer dizer... se todos os alunos de todas as escolas de cinema conseguissem ter sucesso nesta indústria, não havia Hollywoods sufientes para tanto realizador. A maioria, infelizmente, quer seja por não trazer nada de novo, por trazer demasiado de novo, ou, mais importante ainda, por não ter a sorte de conhecer as pessoas certas, não tem hipóteses nenhumas. Se de todos estes jovens e inocentes sonhadores que tenho vindo a conhecer um ou dois conseguir chegar a algum lado a realizar filmes já é muito bom. Mas não vou ser eu a deitar por terra os sonhos de ninguém, como é lógico. Nem pensar. Deixa sonhar, até porque nunca se sabe quais deles é que vão ser esses um ou dois. Se calhar, até posso vir a ser eu.

Friday, April 10, 2009

Tenho a impressão que poucas, muito poucas

Estou a estudar para o exame de código porque tenho de tirar uma carta de condução americana. Aqui há regras de trânsito substancialmente diferentes do que em Portugal e, portanto, preciso mesmo de ler aquela porcaria toda, mas seria engraçado perceber quantas pessoas com carta há mais de 10 anos conseguiriam passar no código outra vez sem voltar a estudar.

Tuesday, March 31, 2009

Dicotomias da crise

Yupi! A minha renda aumentou 50 dólares! Que bela notícia... A economia está toda escafiada, o preço das casas está a descer mais depressa que as possibilidades de Portugal chegar ao Mundial da África do Sul, mas as rendas em Nova Iorque... ah, essas continuam a subir! Mais 600 dólares por ano. Porque não?

Entretanto, e por falar em economia, os juros da nossa conta a prazo aqui nos Estados Unidos que, por esta altura no ano passado, eram de 1,33%, agora baixaram para 0.02%. De 1,33% para 0,02%... Mais vale mesmo meter o dinheiro debaixo do colchão. A culpa? É da crise, pois claro. Hoje em dia, a culpa é sempre da crise.

Sunday, March 29, 2009

Um mês inteiro para recuperar a forma

Só hoje, mais de um mês depois de não ter ido ao ginásio durante uma semana quando estive de férias, é que consegui correr 5Km em menos de 28 minutos, como estava a fazer dantes (não é tempo olímpico, mas para quem tinha de ir à baliza depois de dar uma corrida num jogo de futebol porque não conseguia respirar, já não está nada mal).

Sunday, March 22, 2009

O que se tem passado

Não há desculpa absolutamente nenhuma para a forma desleixada com que tenho tratado este blogue nas últimas semanas. É uma vergonha total a inexistência de novos posts aqui colocados, tanto mais que não é por falta de coisas para dizer. Em jeito de resumo, aqui ficam então as ocorrências mais importantes desde que vim de férias:

- O Alexandre e a Paula estiveram cá em casa. Foi excelente tê-los aqui e, apesar da minha disponibilidade não ser total para andar com eles de um lado para o outro, ainda fizemos umas jantaradas valentes, das quais destaco a celebração dos anos do Alexandre no Brick Cafe. É sempre bom rever amigos e recebê-los em nossa casa, mesmo que essa casa seja um minúsculo apartamento em Queens. Mas deu para todos. Quando os hóspedes são da qualidade desses dois, tudo se arranja sem stresses. Abraços para ambos!

- Em termos profissionais, este tem sido um período de alguma turbulência. Após três anos e tal no ar, se não me engano, o «Memória de Elefante» chegou ao fim e isso obrigou a uma reestruturação da empresa, já que esse programa tinha um grande peso na nossa organização interna. Contudo, e após algumas decisões difíceis que tivemos de tomar, as coisas estão controladas e eu continuo a achar que este ano de 2009 vai trazer-nos muitos e bons projectos.

- O meu curso de cinema está a correr bastante bem. Gosto do meu professor e dos meus colegas (apesar de haver um que cheira mal dos sovacos), e este fim-de-semana estive a fazer as minhas primeiras filmagens. Não faço a menor ideia do que vai sair dali, mas o prazer de filmar em película é algo difícil de explicar, mesmo quando se trata apenas de sacar planos aleatórios de um jardim, como foi o caso. Mais daqui a umas semanas vou ter de filmar uma coisa mais elaborada e já tenho algumas ideias para o que quero fazer. O problema é que, nesse projecto final, a escola não paga o filme e a revelação. Temos de ser nós a desembolsar essas despesas e aquela merda é cara à brava. Vai ter de ser um filmezinho bem curtinho, portanto.

Sunday, March 1, 2009

Tirando a aventura no aeroporto que fui relatando aqui mais ou menos em tempo real

Os dias de férias no México foram fenomenais. Aconselho vivavemente o destino a todos os que queiram apanhar sol, mas que ambicionem mais do que passar dias a esturricar numa praia. Há muito para fazer e ver na Península do Iucatão, tanto que, na verdade, seis dias foram poucos. Deixámos algumas coisas de fora, nomeadamente a visita quase obrigatória a Chichén Itzá. Houve que fazer opções, e, como esse importante local arqueológico ainda fica a três horas de distância, preferimos não gastar, entre idas e vindas, seis horas de um valioso dia. Visitámos, contudo, as ruínas de Tulum e de Cobá e, se as primeiras não me impressionaram por aí além, já as segundas são um local mágico. Primeiro, porque, para lá chegar, é preciso passar por uma estrada que atravessa uma verdadeira vila maia, e, segundo, porque as ruínas propriamente ditas ficam literalmente no meio da selva, o que transmite àquilo tudo uma atmosfera muito genuína. Se não fosse pelas hordes de turistas, dir-se-ia que era possível recuar na história e sentir o que sentiam os habitantes daquela localidade 600 ou 700 anos a.C. (foi aí que subi à pirâmide de Nohoch Mul armado em Indiana Jones e depois me vi à rasca para descer porque me lembrei que tinha vertigens).

Outra experiência inesquecível foi o snorkeling numa espécie de lagoa subterrânea, a que os mexicanos chamam de cenote. Há inúmeros cenotes por ali, e nadar por meio de cavernas cheias de água e rios subterrâneos, apreciando as formações geológicas que se foram criando ao longo dos séculos por cima e por baixo de água é algo praticamente indescritível. A Jennifer ia-se borrando de medo porque não se sente muito confortável na água, muito menos ao escuro, mas, no dia seguinte, para compensar, aceitei ir com ela fazer parasailing. Nessa ocasião, fui eu que me ia borrando todo. Ela estava na boa, ali toda relaxada no páraquedas, a não sei quantos metros de altura, olhando para baixo, acenando para o pessoal do barco que nos estava a puxar; eu, por mim, estava retesado, sem abrir a boca. Agarrei-me com tanta força aos cabos que até fiquei com dores nas mãos. Jurei para nunca mais.

A cidade que escolhemos para o nosso centro de operações, Playa del Carmen, tem duas faces: por um lado é um local demasiado turístico, por outro, é suficientemente grande para se poder explorar as secções não turísticas e entrar um pouco mais no México real. A 5ª Avenida, por exemplo, polvilhada de restaurantes, bares e lojas é como um parque de diversões feito a pensar nos turistas - uma espécie de Mexicolândia, onde um taco que deveria custar 9 ou 10 pesos, custa 30 ou 40. No entanto, se se andar uns quarteirões até à 30ª Avenida (não existem vinte e cinco avenidas pelo meio: na Playa del Carmen, os números das avenidas vão de cinco em cinco), é possível encontrar restaurantes pitorescos, frequentados por uma mistura de locais e alguns turistas, onde se pode provar comida verdadeiramente mexicana a preços muito acessíveis (aconselho o Los Amigos - as melhores Margaritas que alguma vez bebi).

O tempo esteve sempre fantástico, à excepção de um dia que esteve meio encoberto, mas há uma coisa que nenhuma agência de viagens vos vai dizer e que tem alguma relevância quando se vai de férias nesta altura do ano a estas latitudes: o Sol põe-se por volta das 5:30. Não é como no Verão que se pode estar até às 8 ou 9 da noite a trabalhar para o bronze. Na nossa praia, esse era um factor ainda mais impactante porque, como ela ficava virada para Este, a partir das 4:30 já o Sol estava atrás das palmeiras e a maior parte da praia ficava à sombra. O que fazer? Ir para um bar à beira-mar beber Coronas, pois claro. Esse era o nosso ritual ritual diário: beber Coronas na praia e, depois, continuar a beber Coronas no bar do terraço do nosso hotel a ver o pôr-do-sol.

Ah, como foi bom... Acho que foi das melhores semanas de férias que já tive. Conto pôr aqui umas fotos em breve - nada de artístico, porque eu nem sequer levei a minha câmara; levámos só a pequenina da Jennifer.

Sunday, February 15, 2009

Banda sonora para esta semana

Estou de saída para o aeroporto. Dentro de algumas horas, e durante uma semana, espero só ouvir coisas destas:


Saturday, February 14, 2009

Já sei, já sei... Devo pôr o carro a trabalhar pelo menos uma vez por semana

Há coisa de três ou quatro semanas atrás, recebemos uma carta da nossa companhia de seguros a dizer que tínhamos de mudar o seguro do carro para Nova Iorque. Pusemos ambos as mãos à cabeça. E não foi tanto por aqui o seguro ser muito mais caro do que na Pensilvânia, embora isso tenha sido pouquíssimo agradável, como é evidente. O problema maior foi termos de imediato tomado consciência da burocracia que esse acto implicaria, nomeadamente sabermos que teríamos de transferir o registo do carro para o estado de Nova Iorque, mudar a matrícula para o estado de Nova Iorque, pedir uma nova carta de condução para a Jennifer emitida pelo estado de Nova Iorque e, pior do que isso tudo, levar o carro à inspecção no estado de Nova Iorque, onde as regras são bastante mais apertadas.

Felizmente, os três primeiros passos foram resolvidos num só dia e com surpreendente rapidez. O novo registo, a nova chapa de matrícula e a nova carta de condução foram pedidos no mesmo local e, pouco mais de uma hora depois, já tínhamos tudo em nosso poder. Da inspecção, íamos tratar hoje.

Mas então o que foi que aconteceu? Foi isto: rodo a chave na ignição e... nada. O carro estava morto. Parecia-me que era a bateria, mas eu não percebo nada de carros. A Jennifer liga para o AAA (que, ao contrário do que a sigla possa indicar, não é nenhuma associação de alcoólicos anónimos, mas sim uma espécie de ACP cá do sítio). Vinte minutos depois chega o reboque. O homem do reboque diz-nos que é o motor do arranque e quer levar o carro para a oficina dele. «Obrigadinho,» respondemos nós, «mas preferimos ir para o nosso mecânico, se faz favor». Eu posso não perceber nada de carros, mas percebo de mecânicos a quererem falcatruar-me. A contra-gosto, lá vai ele, não sem antes fazer uns comentários racistas sobre um condutor de táxi natural de um qualquer país árabe. Dá-me vontade de dizer que, se ele quer ser racista, que vá ser racista em casa ou com os seus outros amigos racistas, mas mantenho-me calado porque ele dava dois de mim, pelo menos.

Resumindo, é mesmo só a bateria.

Friday, February 13, 2009

Meteorologia que me interessa

Nova Iorque:
Playa del Carmen:Sexta-feira, pelos vistos, vai estar de chuva. Bom dia para ficar a beber Coronas num bar qualquer.

Friday, January 30, 2009

Arriba!

Não vai ser nem Havai, nem Bahamas: afinal vamos ao México. O Havai é um bocado longe de mais para aproveitarmos bem a viagem nos poucos dias que temos disponíveis agora em Fevereiro, e as Bahamas deixaram de me interessar quando comecei a investigar melhor o arquipélago. Sendo assim, e querendo nós um destino com praia para fugir às temperaturas negativas do Inverno aqui em NY, o México foi surgindo como uma possibilidade interessante.

Normalmente marco este tipo de férias em pacotes de viagem + hotel para não me chatear muito, mas, desta vez, decidi fazer a coisa à moda antiga e comprei tudo em separado. A maioria dos pacotes disponíveis só incluíam estadias em resorts, e eu não sou grande adepto de resorts porque me parece que ficar numa coisas dessas é mais ou menos o mesmo em qualquer parte do mundo (isto para não falar nas hordes de famílias e crianças a correr aos berros de um lado para o outro). Prefiro muito mais ficar num hotel mais pequeno, num local onde haja algum movimento e coisas para fazer, e partir daí para explorar as redondezas. É por isso que, horas e horas de buscas na internet depois, centenas de críticas e comentários a hotéis depois, reservámos um quarto no Hotel Cielo, na Playa del Carmen, que parece ser muito bom para o preço que pagámos (79 dólares por noite). Com o dinheiro poupado na estadia, alugámos um carro para os seis dias que vamos lá ficar o que, para além de nos dar a possibilidade de percorrermos a Riviera Maya de cima abaixo, acaba por ficar bem em conta porque vamos no nosso Ford Ka alugado do aeroporto de Cancún para a Playa del Carmen, em vez de termos de pagar por esse transporte que, no fundo, contas feitas a ida e regresso para duas pessoas, ficava quase ao mesmo preço do que o total do rent-a-car.

Ah... Mal posso esperar pelo dia 16 de Feveiro... Até lá, resta-me olhar para fotografias: